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PIE Theory: como performance, imagem e exposição impulsionam sua carreira

Você já se perguntou por que algumas pessoas sobem rapidamente na carreira, enquanto outras mesmo entregando bons resultados ficam “paradas”?🤔

Aqui entra a teoria PIE, desenvolvida por Harvey J. Coleman, que sugere que não basta apenas ter desempenho excelente: é preciso também cuidar da imagem e da exposição. Este texto vai te explicar, de forma leve e prática, como aplicar esses três pilares para impulsionar sua jornada profissional.

O que é a teoria PIE?

A sigla PIE significa:

  • P para Performance (desempenho)
  • I para Image (imagem)
  • E para Exposure (exposição)

Coleman propõe que, embora o desempenho ou fazer seu trabalho com excelência seja importante, ele representa apenas cerca de 10% do que determina seu avanço na carreira. A imagem conta com aproximadamente 30%, e a exposição com cerca de 60%.

Em outras palavras: quem te vê, quem sabe o que você faz, quem confia em você tem papel bem maior do que apenas “fazer bem o trabalho”.

“Você é pago pelo seu desempenho e promovido de acordo com o que os outros pensam do seu potencial.” — Harvey J. Coleman

Desvendando os três pilares

1. Performance
Este é o “ponto de partida”. Trata-se de entregar resultados, cumprir suas responsabilidades, demonstrar competência e consistência. Sem isso, você nem entra no jogo. Coleman considera que o desempenho representa cerca de 10% do avanço na carreira.
➡️ Dica rápida: faça a “fundação” bem — metas claras, feedback contínuo, qualidade no que entrega.

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2. Imagem
Aqui entra o que as pessoas pensam sobre você quando não está na sala, como percebem seu estilo, seus valores, sua postura. A imagem representa cerca de 30% segundo a teoria.
➡️ Dica rápida: cuide da sua marca pessoal — como você se comunica, se apresenta, se relaciona; seja visto como alguém confiável, capaz e preparado para o próximo nível.

3. Exposição
É o grande diferencial “quem sabe que você existe e que você contribui”. Representa cerca de 60% da “fórmula”.
➡️ Dica rápida: participe de projetos visíveis, conecte-se com pessoas influentes, mostre o que faz fora do “dia-a-dia” — permita que outros possam citá-lo quando uma oportunidade surgir.

Como aplicar no seu dia a dia 💡

  • Faça uma auto-avaliação rápida: qual dos três pilares você mais cuida? Qual está mais “esquecido”?
  • Performance: defina metas mensuráveis; peça feedback; documente resultados.
  • Imagem: pergunte-se: “Como as pessoas me veem? O que dizem de mim quando não estou por perto?” Peça à colegas honestos uma percepção sincera.
  • Exposição: busque oportunidades de visibilidade, por exemplo, apresentar em reuniões, escrever um artigo interno, liderar uma iniciativa transversal, participar de eventos da empresa ou do setor.
  • Crie um plano simples: um objetivo por pilar para os próximos 3 meses.
  • Lembre-se: desempenho é obrigatório, mas sozinho não basta.

Teoria x contexto atual

Num mundo em que tecnologia, conexões e cultura organizacional mudam rápido, a visibilidade (exposição) e a percepção (imagem) ganham espaço. Mesmo sendo “bom no que faz”, se ninguém sabe, ou se sua marca pessoal não está alinhada ao que valoriza a empresa, a progressão fica difícil. A teoria PIE ajuda a olhar além do “trabalho duro” e focar no “fazer-se-ver” com propósito.

Conclusão

Se você está buscando dar o próximo passo na carreira, o convite aqui é bem simples: faça bem seu trabalho (performance), cuide de como você está sendo percebido (imagem) e faça com que as pessoas certas vejam o que você faz (exposição). Combine isso com autenticidade, porque imagem e exposição sem consistência não duram.

🔍 Palavra-chave para então lembrar: SER visto. SER lembrado. SER reconhecido.

Boa sorte e que você conquiste o destaque que merece! 🚀

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